quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Ateus, ciência e origem do Homem...


Esta foto permite saber qual a relação entre o ateísmo e a ciência. Analisando esta imagem é fácil perceber por que razão qualquer ateu diz que apenas acredita na ciência e diz rejeitar tudo o que não posso ser cientificamente provado.

Percebe-se, também, porquê os ateus discutem ciência, mesmo sem estarem a ela ligados, desde pessoas quase analfabetas a simples professores universitários.

É muito raro, raríssimo, um cientista falar de ateísmo.



Sugestão: O Sr. Dawkins deveria pagar uma campanha destas nos autocarros londrinos. Assim todos ficavam a saber por que razão um pequeno punhado de ateus acha que é dono da verdade, sabe tudo e os restantes são diminuídos mentais e nunca descobriram verdades tão evidentes e incontestáveis como as que eles hoje sabem.   

(Recebido por e-mail – fonte desconhecida) 

domingo, 19 de agosto de 2012

A dimensão a importância das religiões...

Lê-se hoje:

Missões católicas podem assumir tarefas de consulados encerrados.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Um comentário deste blogue que merece destaque...

Não entre, perigo, é um aviso de amigo e bastante adequado quando se trata de lidar com ateus arrogantes, prepotentes e que se julgam os "donos da verdade" como é o caso do site ATEUS.NET onde, para além de se encontrar por lá todo o tipo de criaturas estranhas que visam denegrir a fé dos homens, matar-lhes as almas e gozar com a imagem de Deus, ridicularizando a qualquer bem e contrariando o primeiro mandamento, os moderadores e administradores do site tem acesso, interceptam e leem as mensagens trocadas entre os membros do fórum, INEXISTINDO A PRIVACIDADE DOS UTILIZADORES que, incautos, desavisados ou descrentes nesta verdade, continuam a alimentar os egos inflados dos maléficos interessados na existencia do tal site, colocando em risco a própria segurança pessoal, social e familiar. 
Ateu? É melhor ser Satânico que ateu. Quem avisa... amigo é!



«Comentário de um anónimo neste blog, 13-08-2012»

Comentário nosso:
Há locais pouco recomendáveis para gente séria... 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Tem fundamento a aversão da Igreja ao comunismo?


A Igreja católica (e as religiões em geral) tinha toda a razão para combater o flagelo do comunismo ateu.
Nenhuma outra ideologia totalitária e opressora foi tão hostil para as religiões. Combater o comunismo era uma questão de sobrevivência da igreja e dos crentes.
O historiador Thomas Woods*  explica que, na Rússia "tornaram um crime envolver-se em educação religiosa para qualquer menor de dezoito anos. [...] Estabeleceram, fomentaram e encorajaram propagandas ateístas. Em alguns casos, Igrejas foram substituídas por banheiros públicos, como forma de se mostrar o maior desdém possível pela fé cristã das pessoas". Ele argumenta que no começo de 1920, o governo começa uma campanha que visa tomar das Igrejas tudo que fosse de valor, como metais preciosos. Alegou-se que era preciso derreter esses objectos para que se conseguisse dinheiro para combater a fome que o país sofria.

Bento XV, que foi Papa de 1914 a 1922, chegou a fazer uma oferta ao governo russo: ele disse que o Vaticano daria uma quantidade de dinheiro equivalente àqueles objectos, desde que eles fossem deixados em paz.
Ele nunca obteve uma resposta"
Igrejas foram vandalizadas e padres foram condenados e executados por simplesmente realizarem funções sacerdotais quotidianas. Um padre foi condenado pelo crime de "cair ostensivamente sobre seus joelhos". O historiador Richard Pipes diz que a Rússia "foi o primeiro país da Terra a ilegalizar a lei". A condição para que alguém pudesse ser um juiz era que essa pessoa fosse simplesmente alfabetizada. "Os primeiros julgamentos públicos ocorreram sob o governo de Lenin, quando padres foram postos sob julgamento por terem defendido suas propriedades ou por terem realizado as mais simples e benignas funções sacerdotais.

Quarenta e quatro museus antirreligiosos foram abertos na União Soviética. O maior deles era o Museu da História da Religião e Ateísmo (The Museum of the History of Religion and Atheism) na Catedral Kazan, em Leningrado.

Entre 1927 a 1940, sob Stalin, o número de Igrejas Ortodoxas caiu de 29,584 para menos de 500. Entre 1917 e 1935, 130,000 padres ortodoxos foram presos. Desses, 95,000 foram executados. A destruição da Catedral de Cristo, o Salvador foi filmada a pedido do governo, por Vladislav Mikosha.

A Igreja Católica ucraniana tinha 2.772 paróquias, 8 Bispos, 4.119 igrejas e capelas, 142 mosteiros e conventos, 2.628 sacerdotes, 164 monges, 773 freiras e 4 milhões de fiéis leigos. Ao fim da mais ampla supressão de fiéis religiosos da história mundial, o conjunto inteiro tinha sido reduzido à zero.

Nota: No cartaz pode ler-se: "Religião é veneno: proteja suas crianças". O letreiro do lado direito (letras brancas sobre fundo vermelho) diz: “Escola”.

* - (Thomas E. Woods, The Anti-Catholic Atrocities that History Forgot, em The Catholic Church: Builder of Civilization)

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O casamento religioso ateu prova a ligação do ateísmo ao nazismo...


Vai longa a discussão sobre a crença ou ateísmo de Hitler.
Os argumentos apresentados pelos ateus, com vista a ligar Hitler ao catolicismo, não só não convencem ninguém como são patéticos.

Hitler terá frequentado menos tempo as igrejas do que a quase totalidade dos ateus portugueses da actualidade.
Foi um grande estratega e sabia o que devia usar para convencer o povo, incluindo invocar Deus e as religiões, Nada que qualquer ateu não faça.
Será difícil de ver uma entrada dos blogues ateus portugueses onde o tema não seja Deus.
Mas, na prática, o nazismo estava mais próximo do ateísmo do que se imagina.

Em 13 de Outubro de 1933,Rudolf Hess (vice-Führer) emitiu um decreto declarando que: "Ninguém [no partido nazi] poderá ser prejudicado ou descriminado pelo facto de não professar qualquer fé particular ou confissão ou de não praticar ou aceitar quaisquer actos religiosos "
Claro que quem seguisse o inimigo comunismo seria sentenciado, não por ser ateu mas por estar ligado ao inimigo. Existiram alguns casos de ateus comunistas a serem sacrificados. Muitos mais foram os que não eram ateus mas eram simpatizantes do comunismo.
Mas, muito mais marcantemente próximo do ateísmo está um documento apresentado por um autor austríaco, no qual Hitler assume querer substituir as religiões por uma fantochada, por cópia ridícula das práticas socialmente aceites.

É exactamente isso que se passa quando se lê que os ateus querem imitar as práticas religiosas de uma forma que deixa transparecer a falta de formação (e educação social e cívica) e os distúrbios que caracterizam o ateísmo. Não bastavam as “procissões ateias” e o “baptismo ateu”, deparamo-nos agora com o “casamento ateu”.
Isto demonstra um perturbação grave, seja neurológica seja comportamental, dos ateus.

No fundo, isto  não é mais do que uma cópia da ideia de Hitler, contida num documento assinado pelo Führer em 1943 e apresentado em 1985 pelo autor austríaco Wilfried Daim, Neste documento estão registadas as intenções nazis, no campo religioso (ou ateu), após a Guerra.

Excerto desse documento:

"Immediate and unconditional abolition of all religions after the final victory ('Endsieg') not only for the territory of Greater Germany but also for all released, occupied and annexed countries ..., proclaiming at the same time Hitler as the new messiah. Out of political considerations the Muslim, Buddhist and Shintoist religion will be spared for the present. The 'Führer' has to be presented as an intermediate between a redeemer and a liberator, yet surely as one sent by God, who has to get godly honour. The existing churches, chapels, temples and cult places of the different religions have to be changed into 'Adolf-Hitler-consecration places'. The theological faculties of the universities have to be transformed into the new faith. Special emphasis has to be laid on the education of missionaries and wandering preachers, who have to proclaim the teaching in Greater Germany and in the rest of the world and have to form religious bodies, which can be used as centers for further extension. (With this the problems with the abolition of monogamy will disappear, because polygamy can be included into the new teaching as one of the statements of faith.)"
[Wilfried Daim: "Der Mann, der Hitler die Ideen Gab" (Wien: Böhlau Verlag, 1985), pp. 216-218, 299]

Tradução livre:

" A abolição imediata e incondicional de todas as religiões após a vitória final ('Endsieg'),
 não só para o território da Grande Alemanha, mas também para todos os países libertados, ocupados e anexados ..., anunciando, ao mesmo tempo, Hitler como o novo messias. Fora das considerações políticas a religião muçulmana, budista e xintoísta serão poupadas. O 'Führer' tem de ser apresentado como sendo um intermédio entre redentor e libertador, seguramente como um enviado por Deus, que tem que gozar da honra divina. As igrejas existentes, capelas, templos e lugares de culto das diferentes religiões têm que ser mudadas para ‘Locais de consagração de Adolf Hitler '. As faculdades de teologia das universidades têm que ser transformadas para nova fé. Deve ser dado especial ênfase à educação dos missionários e pregadores errantes que devem proclamar o ensino na Grande Alemanha e no resto do mundo e tem que formar grupos religiosos, os quais podem ser utilizados como centros de propagação da fé. (Com isto desaparecerão problemas com a abolição da monogamia, porque a poligamia pode ser incluída no novo ensinamento como um dos princípios da  fé.) “

Parece que R Dawkins também reconhece alguma validade nas atitudes do Führer.

Venha algum crápula dizer que Hitler era um fervoroso católico…


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Génios do ateísmo (II)...


Lenin  (Vladimir Ilyich Ulianov)


Russo, instaurador de um dos regimes mais opressores e desumanos de todos os tempos  - o comunismo marxista ateu.


A ele se deve o “terror vermelho” e as sanguinárias acções para exterminar, a monarquia, a nobreza, os judeus, os clérigos e os crentes em geral.


A ele pertencem estas palavras anti-religiosas:

"Marxismo é materialismo. Como tal, é implacavelmente hostil à religião como era o materialismo dos enciclopedistas do século XVIII ou o materialismo de Feuerbach. Não há dúvidas quanto a isso (…) Nós devemos combater a religião - esse é o ABC de todo materialismo, e consequentemente do marxismo. Mas o marxismo não é um materialismo que parou no ABC. O marxismo vai além. Ele diz: Nós devemos saber como combater a religião, e em ordem para fazer isso nós devemos explicar a fonte da fé e da religião entre as massas de um modo materialista. O combate à religião não pode limitar-se a pregação ideológica abstracta, e não deve ser reduzido a tal pregação. Ele deve ser vinculado com a prática concreta do movimento de classe, que visa eliminar as raízes sociais da religião"

(Vladimir Ilyich Lenin, The Attitude of the Workers’ Party to Religion, Lenin Collected Works, vol. 15, págs. 402-3)


Responsável por uma sangrenta guerra onde se cometeram as mais cruéis atrocidades, inspirando outras guerras e revoluções. Suplantou, de longe, os regimes fascista. Comparando a sua acção com a guerra civil espanhola, esta última seria considerada uma rixa de vizinhos.

(Incrivelmente, o seu corpo ainda hoje é adorado como um santo, com honras de divindade, por marxistas, comunistas e ateus.)