quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Boas Festas!

Continuação de Boas e Santas Festas.

Que o Bom Jesus renascido guie todos os leitores deste Blog pelo caminho da paz, da concórdia e da felicidade, fazendo de 2010 um ano marcado pela ventura, pela satisfação e realização pessoal de cada um.

Feliz Ano Novo!

Parabéns!

Foi com grande surpresa que recebi a notícia dos passos seguidos pelos "anti-ateistas".



Modéstia à parte, sou um dos responsáveis por este Movimento e por tal sinto uma pontinha de orgulho.

Acho de extrema importância e oportunidade a criação deste Movimento. Aproximam-se tempos em que se tornará necessário lutar contra o azedume, o descaramento, a aldrabice, a psicopatia e a cegueira ateísta.
A tendência mórbida para a delinquência e a agressividade incontida desses fulanos tem que ser vigiada e denunciada, demonstrando as aldrabices que urdem, as deficiências que demonstras e os valores perigosos e devastadores que defendem.

Os grandes Homens defendem grandes causas.
Eis um bom exemplo:



Um local de visita obrigatória:

http://bona-fide-antiateismo.blogspot.com/

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

COMUNICADO!

COMUNICADO

Portal Antiateísta de Portugal

Embora não conhecendo o teor efectivo do acórdão, o Portal Antiateísta de Portugal lamenta e discorda em absoluto da decisão Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, relativo à presença de crucifixos numa escola italiana.

Tendo por base as citações feitas pela imprensa, o supra referido acórdão contraria a validade do espírito democrático (que começa a dar indícios de e não ser o apanágio da “construção europeia” e das suas instituições), ao afirmar que se trata de “uma violação do direito dos pais de educar os seus filhos de acordo com as suas convicções”.
Direito esse que defendemos e consideramos inalienável. No entanto, numa escola com centenas de alunos, não pode a vontade de uma (uma só) mãe sobrepor-se à vontade dos restantes, sob pena de estar em causa a validade do exercício duma das mais básicas regras da democracia – o escrutínio da maioria.

Não pode o capricho de uma mãe condicionar a liberdade de todas as demais.
Numa lógica de maioria democrática, e mediante os dados veiculados pela imprensa, este acórdão representa em si “uma violação da liberdade religiosa dos estudantes”, contra a liberdade religiosa de apenas uma mãe de dois alunos, para além de institucionalizar a intolerância.

A onda anti-religiosa e discriminatória dos crentes, que graça na Europa, parece estar, agora, a querer opor as instituições à sociedade. O Estado é (e deve ser) laico, mas a sociedade não é laica.
Na sociedade europeia a escola é um local social por excelência, onde o estado (a quem os pais, pagando, confiam a tarefa de educar os filhos) é, apenas, um parceiro. O local de formação dos cidadãos, deve primar pela tolerância, pelo respeito dos valores e da cultura do país onde se insere e da sociedade ocidental, cujos valores são, eminentemente, de base cristã.

A escola não é um departamento estatal. É a casa onde crescem os futuros homens mulheres de um país, que devem ser livres de expressar aquilo que sentem, valorizam e que os enriquece, já que aí passam grande parte da sua vida. Não pode o estado negar-lhes a liberdade de expressarem a sua religião.
A escola deve preparar os alunos para uma cidadania responsável e completa. Logo, numa perspectiva de escola inclusiva, devem os alunos saber conviver e lidar com a diferença, aprender a respeitar e a tolerar as crenças, as ideologias e a cultura dos demais cidadãos, numa sociedade livre e plural.

Considerar como uma marca do estado laico a atitude de mandar retirar os crucifixos de uma escola, por exclusiva vontade de uma mãe querer esconder aos filhos os símbolos religiosos, ofendendo toda a comunidade escolar, parece-nos bizarro e absurdo.

Um estado que limite a visibilidade das diferentes práticas religiosas, ideológicas, sociais e culturais numa escola, está a furtar aos seus alunos, aos pais e às famílias o direito de fruir de uma formação completa, conducente à tolerância e a pacificação da sociedade.

Uma escola intolerante com as religiões dos seus alunos, não é uma marca de liberdade religiosa, mas uma instituição instrumentalizada que defrauda a confiança que os pais depositam nela, na expectativa de “educar os seus filhos de acordo com as suas convicções “.
Perante a agressividade dos movimentos ateístas que grassam pela Europa, e que, caricatamente, pretende disputar terreno no campo da fé, decisões deste teor só servem para acicatar os ânimos e conduzir a inevitáveis situações de discriminação, mais propícias ao confronto que a paz.

Apoiamos a pronta decisão do governo italiano relativamente ao recurso desta decisão. Julgamos que se trata de uma ingerência absurda e um organismo internacional, em matéria que deve ser da exclusiva responsabilidade dos estados, já que apenas eles estão habilitados a defender as especificidades da cultura do seu país.

Urge reduzir o espaço dos fundamentalistas anti-religiosos, “anti-teístas” e anticristãos, que pretendem, sob a capa da laicidade do estado, a instauração de um ateísmo anárquico, segregacionista e discriminatório, que visa instaurar um clima de confronto e fanatismo anti-religioso. Limitar o espaço do fundamentalismo (ateísta europeu) é a única forma de garantir a paz, a liberdade, o respeito por todos e a tolerância, que devem ser os valores básicos de uma democracia.

O Portal Antiateista de Portugal espera que estado português saiba defender essa liberdade e essa tolerância, pressionando aos Organismo Europeus a ter uma postura séria e adequada a uma cultura plural, mas pautada pelos valores mais básicos das sociedades ocidentais.

Portal Antiateista de Portugal – Lisboa, 4 de Novembro de 2009

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Tirando a mascara aos ateus... mostrando o ateísmo repugante 2

Excelentes Posts de leitura obrigatória, para quem quer uma abordagem séria do que é, efectivamente, o ateísmo actual.

Visite: http://neoateismodelirio.wordpress.com



1 - Um bom exemplo da ameaça que o ateismo representa.

Por outro lado, os ateus passam a vida a reclamar das influências da(s) Igreja(s) no mundo da polìtica. Por aqui se vê o que resulta da influência do ateísmo na política.




Para ter acesso ao video visite o original AQUI


2 - O que querem os actuais ateus actuais?



Citação:Pois na verdade eles CLAMAM pelo direito de interpretar [a Biblia] da forma mais infantil possível. Não passa da luta pelo direito de ser burro.

Original AQUI

domingo, 1 de novembro de 2009

Ateísmo: Um mundo de absurdo e ignorância – I

Ateos y maniqueos, o la gnosis de los ignorantes.

Veo que muchos andrajosos de la teología (a-teos) andáis justificando vuestros desaguisados bíblicos con tesis ya más que superadas.
Menuda sorpresa me he llevado al comprobar que intentáis fundamentar el descreimiento desde el maniqueismo hermenéutico, mediante un Dios malo Creador y un Dios bueno Redentor (al que, por cierto, nunca veo en vuestras citas).
Pues bien, para colocaros al nivel que os merecéis, el de un torpe heresiarca del siglo II, os remito al más claro precedente de esta manera de proceder, al que sin saberlo imitáis. Lo que no me queda claro es si tenéis por buenas sus ridículas tesis contra la Providencia y el libre albedrío (asociación mal/materia; imposibilidad de hacer el bien y alcanzar la beatitud en el mundo), su elitismo antropológico (sólo se salva el que alcanza la gnosis), etc., o si sólo usáis sus argumentos retóricamente, como vulgares pedantes y estridentes neófitos que sois.

Diría que lo segundo.
(...)
El recurso de los ateos cuando se ven acorralados es apelar al vacío absoluto de sus creencias. Ellos son los racionales, los que nada creen y sólo hablan de lo que saben, o de lo que creen que saben. Pero, ¿acaso por estar sumidos en una eterna "epojé" metafísica no son responsables de lo que dicen? Porque yo he escuchado a muchos ateos alegar, como base de su descreimiento, "el problema del mal", que por lo demás ya fue planteado por Epicuro en el siglo IV a.C.


Si el Dios de la Creación es malvado porque permite el dolor, idea que os agrada y que no cesáis de repetir, entonces el bien ha de estar en otra parte, ya que de lo contrario ni vosotros mismos podríais juzgar dicha maldad (hay que conocer la luz para anhelarla). Sin embargo, no puede estar en vuestro cuerpo, ya que éste fue creado con el resto del mundo. Así que ha de estar en vuestra alma, "chispa" sagrada de un Dios extraño.

La gnosis es un tema interesante y no pretendo despacharlo de un plumazo. Me basta con demostraros que usáis argumentos que están fuera de vuestro control, de modo que cuando alguien como yo os replica resulta muy difícil que evitéis el ridículo.

In: http://www.monografias.com

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Ainda a erva daninha...


Vasco Pulido Valente (in Público 23/10/2009) sobre as imbecilidades de Saramago.


Uma Farsa

O problema com o furor que provocaram os comentários de Saramago sobre a Bíblia (mais precisamente sobre o Antigo Testamento) é que não devia ter existido furor algum. Saramago não disse mais do que se dizia nas folhas anticlericais do século XIX ou nas tabernas republicanas no tempo de Afonso Costa. São ideias de trolha ou de tipógrafo semianalfabeto, zangado com os padres por razões de política e de inveja. Já não vêm a propósito, Claro que Saramago tem 80 e tal anos, coisa que não costuma acompanhar uma cabeça clara, e que, ainda por cima, não estudou o que devia estudar, muito provavelmente contra a vontade dele. Mas, se há desculpa para Saramago, não há desculpa para o pais, que se resolveu escandalizar inutilmente com meia dúzia de patetices.

Claro que Saramago ganhou o Prémio Nobel, como vários “camaradas” que não valiam nada, e vendeu milhões de livros, como muita gente acéfala e feliz que não sabia, ou sabe, distinguir a mão esquerda da mão direita. E claro que o saloiice portuguesa delirou com a façanha. Só que daí não se segue que seja obrigatório levar a criatura a sério. Não assiste a Saramago a mais remota autoridade para dar a sua opinião sobre a Bíblia ou sobre qualquer outro assunto, excepto sobre os produtos que ele fabrica, à maneira latino-americana, de acordo com a tradição epigonal indígena. Depois do que fez no PREC, Saramago está mesmo entre as pessoas que nenhum indivíduo inteligente em princípio ouve...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Uma erva daninha - o Saramago


Tudo o que não presta tem tendência a reproduzir-se rapidamente.

No reino vegetal, as piores espécies medram a velocidades vertiginosas, sobretudo se tiverem matéria orgânica (estrume) para se alimentar.

Dando uma volta pela blogosfera, encontrei a constatação o que se segue:

Saramago
"Erva daninha, muito comum em Portugal, sobretudo nas searas e nos entulhos".
(http://moengas.blogspot.com/2009/10/saramago.html)


Acho curioso, porque estes dias a blogosfera está infestada dessa erva daninha. O Saramago - Raphanus raphanistrum- é uma infestante que urge combater.

Percebo perfeitamente a razão de tal disseminação desta infestante pela blogosfera: o Saramago em causa está repleto de entulho no interior, só deita porcaria pela boca, defende ideologias de merda e as suas ideias não passam de estrume.
Daí que o Saramago prosperasse na blogosfera, animado por estas chuvas que Deus nos deu.

Mas, não faltam por aí ervas daninhas a juntar-se ao Saramago: umas moleirinhas, umas vaqueiras e umas serralhas ateístas a que se junta o cabelo-de-cão republicano.

Felizmente o ministério da agricultura recomenda:

O diflufenicão (40 g/l) + glifosato (160 g/l sob a forma de isopropilamónio). (…) São susceptíveis a este herbicida, a erva moleirinha, a erva vaqueira, a margaça, o saramago, a serralha, o cabelo-de-cão, a ervalanar e a labaça, entre outras.

Eu aconselho o uso deste herbicida (que tem acção de contacto, residual e sistémica e ainda por cima está está autorizado em produção integrada…portanto, não deve ser mau de todo).

Mas, atenção: quando a parte aérea destes vegetais secar, fogo nelas! Não vão as sementes causar danos, de futuro!

Para ser sincero, há um certo Saramago que por aí vegeta que deveria ser, definitivamente, deitado aos porcos, no meio dos quais nasceu!

Zeca Portuga - circoluso.blogspot.com

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Vá lá!... na política nem tudo é ateismo indecente.

saramago anti-patriota e ordinário, monkey and bad atheism

Faço minhas as frases sublinhadas.
Concordo plenamente.

A triste figura de um hipócrita senil que não sabe ocupar o lugar, já é lugar de embaraço para alguns portugueses que, por razões profissionais têm que calcorrear o mundo.

É certo que tais afirmações denotam um cérebro já afectado pelo alzheimer. Mas, não deixa de ser lamentável que os meios de comunicação lhe dêm algum tempo de antena.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O ateísmo como doença mental e contaminante letal.

O ateismo é uma doença mental da qual resulta um lixo tóxico e letal - poision atheism
Um blog fundamentalista do ateísmo da nossa praça faz caixa alta da seguinte citação:


Quando uma pessoa sofre de um delírio, chama-se a isso insanidade;
Quando muitas pessoas sofrem desse delírio, chama-se a isso religião.

Robert Pirsig



Não deixa de ser curioso, por dois motivos:

1 – Esta citação serve como uma luva aos ateus que temos por cá. Na verdade, o delírio de quatro ou cinco (literalmente quatro ou cinco) fulanos (os ditos ateus) deve ser entendido como uma questão de insanidade mental. Mas, à sua volta começa a juntar-se uma série de perturbados com as mais variadas disfunções mentais e intelectuais, e formam uma associação que se diz ateísta (duvido, pelo que fazem, que saibam o que isso é, mas…)

Seria apenas uma associação de perturbados, se não tivessem a finalidade de disputar terreno com as religiões.
Frequentemente querem até ser ouvidos em matéria religiosa.
Basta ver a indecente verborreia do”bispo” Carlos Esperança, para perceber que o que se passa é a tentativa de catequizar esta (neo)religião – o ateísmo.

Está à vista de todos que esta cambada de “insanos” tem um (pelo menos um) “clérigo” de plantão permanente, a ver se consegue captar algum seguidor para a sua religião, usando para tal uma táctica de canalha indecente: insultando as outras religiões (o que é uma manifestação de insanidade, delírio, etc)
A prova está em www.ateismo.net.

2 – Incrivelmente, o tal Robert Pirsig quer ligar insanidade e religião.
Lá vem ele dar-me razão.
É que o sr. Robert Pirsig, tem passado longas temporadas em hospitais psiquiátricos, já que, “after undergoing a psychiatric evaluation, he was diagnosed with paranoid schizophrenia and clinical depression” .
E, este sr. diz-se ateu.

Ora, um doente crónico, com problemas de depressão, de paranóia e esquizofrenia, é natural que saiba, nos momentos em que os tratamentos aliviam o padecimento constante, o que é a vida e a prática do ateu e do ateísmo.

Os ateus têm destas coisas fantásticas: acham que um ateu com esquizofrenia paranóide é um modelo de conhecimentos que deve ser “adorado”.

No fundo no fundo, Robert Pirsig fala da sua experiência e denuncia os restantes paranóicos e esquizofrénicos ateus.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dawkins: artista, inventor, justiceiro e profecta...


Lê-se por aí que o Richard Dawkins, o inventor dos memes e de outras patetices, aspirante a dirigente da "religião alternativa", tem sido convidado para alegrar, com a sua presença piadética, alguns debates onde também aparece gente séria.

Embora Dawkins, que também usa a alcunha de Ateu, seja pessoa pouco recomendável, ainda há quem lhe dê algumas oportunidades de aparecer entre gente decente.
Ele, pobre coitado, ainda tem o desplante de se queixar dos crentes que fazem o favor de contratar o seu show... mal agradecido!!!

Pelos vistos:

O jornalista católico 'irlandês' Bill O'Reilly, convida novamente o sumo-sacerdote da Igreja do Ateísmo, o cientista britânico, Richard Dawkins, a propósito do lançamento do seu novo livro, já editado em português pela editora CASA DAS LETRAS: "O Espectáculo da Vida".

Mais um confronto superficial, mas memorável...


Original aqui: http://mordecaizvi.blogs.sapo.pt/14129.html

Nem todo o ateu tem que ser palerma...

Estes dias, por incitação de um amigo, passei num blog de uma rapaz ateu que dá umas aulitas numa universidade pública, recriando o seu ateísmo indecente à custa dos nossos impostos.

Bem se esforça o dono do "Ktreta" - assim se chama o blog - para dar nas vistas e tentar demonstrar alguma capacidade intelectual, algum conhecimento e alguma experiência de vida que, notoriamente, não tem.

Recentemente escreveu uma catrefada de asneiras sobre o Design Inteligente.

O dito rapaz mete dó.
Como artista cómico que é, podemos achar piada às anedotas e rábulas que escreve, mas como tais rábulas são escritas (ao que ouvi dizer pelos colegas) durante o tempo de trabalho que é pago pelo erário publico, não acho que tenham tanta piada que justifique o dinheiro que nos custam.

Nem ele sabe que está a remar contra a maré.

Veja-se este caso:

Filósofo ateu defende o Design Inteligente

Bradley Monton, é professor de Filosofia da Universidade do Colorado, em Boulder, e ateu.

Trabalhando na área da filosofia da ciência, epistemologia probabilística, filosofia do tempo, e filosofia da religião, ele escreveu um livro (ainda não publicado) sobre o Design Inteligente.

No livro ele defende, entre outras coisas, que “é legítimo ver o design inteligente como ciência”, e que “o design inteligente deveria ser ensinado nas aulas de ciência das escolas públicas”. Leia:

“A doutrina do design inteligente foi ostracizada pelos ateus, mas mesmo eu sendo um ateu, eu sou da opinião de que os argumentos a favor do design inteligente são mais fortes do que a maioria percebe. O objectivo deste livro é o de tentar fazer com que as pessoas levem a sério o design inteligente. Defendo que é legítimo ver o design inteligente como ciência, que há alguns argumentos plausíveis para a existência de um criador cósmico, e que o design inteligente deveria ser ensinado nas aulas de ciência das escolas públicas"



Original aqui: http://pavablog.blogspot.com/2009/10/filosofo-ateu-defende-o-design.html

domingo, 20 de setembro de 2009

PPV - Partido Portugal Pró Vida - esta surpreendeu-me pela positiva!

vote num partido politico que respeita a igreja e não alinha com a educação sexual sem regras, o casamento gay e o aborto

PPV - Partido Portugal Pró Vida - esta surpreendeu-me

O PPV tem coisas que me deixam muito agradavelmente surpreendido.
Esta carta de um membro da Direcção, publicada no blog do partido, deixa-me com esperança de que gente capaz, coerente, honesta e competente, preocupada com os valores e a cultura do meu país ainda consiga tornar Portugal num país livre da canalhice, da ignorância, da burrice e da bandalheira ateia maçónico/laicista que ameaça o país e a Europa.

A carta reza assim:




Este pastor evangelico demonstra grande cultura, uma solida formação e representa uma nova forma de estar na vida e na politica - defendendo a vida, o Homem, a cultura lusa/europeia e a famíliaPrezado Sacerdote, Pastor, Ancião ou líder espiritual de uma comunidade Cristã em Portugal e na diáspora


Estou a enviar-lhe esta carta tendo em conta a urgência e a importância da hora que estamos a viver. As decisões que em breve vamos ser chamados a tomar enquanto cidadãos irão alterar definitivamente o mundo como o temos conhecido até agora. Portugal prepara-se para as Eleições Legislativas 2009, anunciadas pelo Presidente da República, Prof. Cavaco Silva, para o dia 27 de Setembro. Temos a responsabilidade de preparar as nossas comunidades para estudarem as melhores opções antes de se dirigirem às urnas, para que cada indivíduo opte pelos melhores candidatos e vote em boa consciência. A consequência deste acto eleitoral será o XVIII Governo Constitucional de Portugal.

O clima político, social, económico, e acima de tudo espiritual, da nossa nação tem vindo a sofrer profundas mutações. Poucos são os que consideram Portugal um país Católico, ou sequer um país Cristão. São cada vez mais visíveis características que traem as nossas raízes de fé em Deus ou a nossa rica herança Judaico-Cristã. Ao que tudo indica, os nossos governantes, caso sejam reeleitos, preparam-se para introduzir uma série de leis que, não apenas continuarão a conduzir o país para o mais profundo abismo espiritual, mas algumas leis que são claramente anti-cristãs.
Num país democrático o poder decisivo está nas mãos do povo. Podemos travar o declínio moral, ético e espiritual em que se afunda a nossa pátria. Os Cristãos devem ser incentivados a não traírem as suas consciências no acto de votar. Devem votar respeitando as suas convicções sabendo que Deus está presente na cabine de voto. Somos nós, os líderes espirituais, que temos o dever de preparar o povo de Deus. Esse é o nosso privilégio e também o nosso dever e responsabilidade.

A Palavra de Deus ensina em II Crónicas 7:14, “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”

Esta carta constitui um apelo a todos os Cristãos. Vamos esquecer por um tempo as nossas divisões, as barreiras denominacionais, tudo aquilo que nos separa, e vamos estar unidos para um momento histórico tão importante como este. Existem hoje alternativas para evitar não apenas a secularização de Portugal mas também, para os que estão atentos aos sinais dos tempos, a Islamização de Portugal e da Europa. Sei do que estou a falar e quem está atento à voz do Espírito Santo também sabe.

Peço, amigo e colega de ministério, para na sua comunidade formar grupos de oração e intercessão. Quer sejamos Católicos ou Protestantes, Ortodoxos ou Evangélicos, ou membros de qualquer outra comunidade que tem como Salvador e Mestre o Senhor Jesus Cristo, vamos nos humilhar e buscar a face de Deus em oração especificamente pelas Legislativas.

Para além de estarmos em oração até ao dia das eleições, no dia 26 de Setembro, um dia antes das eleições, de uma forma especial, vamos estar reunidos em oração de norte a sul de Portugal nas nossas igrejas. Juntem-se com outras igrejas locais, mesmo igrejas de diferentes denominações, e estejam unidos para rezar/orar/interceder/clamar por Portugal.
Vamos pedir a Deus para que os candidatos que estão no Seu coração sejam eleitos. Vamos pedir a Deus para nos perdoar pelo nosso pecado e indiferença. Vamos pedir que Ele venha sarar a nossa terra.

Já neste Domingo nas celebrações Dominicais informem aos crentes que a abstenção não é a solução. Se não queremos ver as mesmas politicas laicas, contrárias à Palavra de Deus, e até a introdução de novas politicas que já estão elaboradas e prontas a implementar - que ainda são piores - é tempo para o exército de Cristo de levantar e votar num partido, mesmo que pequeno, mas que defenda os valores da Vida, da Família, da Palavra e do nosso Deus.

Cascais, 16 de Setembro 2009

Atenciosamente,
Dr. Eddie J. Fernandes (D.MIN.)

Membro da Direcção Política Nacional do PPV



Original aqui: http://portugalprovida.blogspot.com/2009/09/carta-de-eddie-fernandes-aos-colegas.html

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O governo ateísta de Sócrates e seus perigos

O governo ateísta de Zé Sócrates Pinto de Sousa é um verdadeiro atentado à liberdade e à democracia.

Vejamos o que diz Cintra Torres (Público 04.09.2009):

O PS de Sócrates é contra a liberdade
-
A decisão de censurar o Jornal Nacional de 6ª (JN6ª) foi tudo menos estúpida. O núcleo político do PS-governo mediu friamente as vantagens e os custos de tomar esta medida protofascista. E terá concluído que era pior para o PS-governo a manutenção do JN6ª do que o ónus de o ter mandado censurar. Trata-se de mais um gravíssimo atentado do PS de Sócrates contra a liberdade de informar e opinar. Talvez o mais grave. O PS já ultrapassou de longe a acção de Santana Lopes, Luís Delgado e Gomes da Silva quando afastaram a direcção do DN e Marcelo da TVI.


A linguagem de Santos Silva e do próprio Sócrates na quinta-feira sobre o assunto não engana: pelo meio da lágrimas de crocodilo, nem um nem outro fizeram qualquer menção à liberdade de imprensa. Falaram apenas dos interesses do PS e do governo. Sócrates, por uma vez, até disse uma verdade: o PS não intervinha no JN6ª. Pois não, foi por isso que varreu o noticiário do espaço público.

O PS-Governo de Sócrates não consegue coexistir com a liberdade dos outros. Criou uma central de propaganda brutal que coage os jornalistas. Intervém nas empresas de comunicação social. Legisla contra a liberdade. Fez da ERC um braço armado contra a liberdade (a condenação oficial do JN6ª pela ERC em Maio serviu de respaldo ao que aconteceu agora). Manda calar os críticos. Segundo notícias publicadas, pressiona e chantageia empresários, procura o controle político da justiça e é envolvido em escutas telefónicas. Cria blogues de assessores com acesso a arquivos suspeitos que existem apenas para destruir os críticos e os adversários políticos. Pressiona órgãos de informação. Coloca directa ou indirectamente “opiniões” e “notícias” nos órgãos de informação. Etc.

O relato da suspensão do JN6ª, no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias e outros jornais de ontem é impressionante, sinistro e muito perigoso. Provir de supostos “socialistas”, portugueses e espanhóis, em nada diminui a gravidade desta censura. Esta suposta “esquerda” dos interesses, negócios e não resolvidos casos de justiça é brutal.

Intervindo na TVI, o PS-Governo atingiu objectivos fundamentais. Como disse Mário Crespo (SICN, 03.09), o essencial resume-se a isto: J.E. Moniz e M. Moura Guedes foram eliminados —e com eles as direcções de Informação e Redacção e um comentador independente como V. Pulido Valente.

Este PS-Governo é muito perigoso para a liberdade. Até o seu fundador está preso nesta teia, por razões que têm sido referidas. Ao reduzir a censura anticonstitucional, ilegal e protofascista do JN6ª a um caso de gestão, Soares desceu ao seu mais baixo nível político. É vergonhoso que seja ele, o da luta pela liberdade, a dizer uma coisa destas. Será que em 1975 o República também foi calado só por “razões de empresa”?

O PS-governo segue o mesmo caminho de Chàvez, ao perseguir paulatinamente, um a um, os seus críticos: e segue o mesmo caminho de Putin, ao construir uma democracia meramente formal, em que se pode dizer que a decisão foi da Prisa não dele, em que se pode dizer que os empresários são livres, que os juízes são livres, que os funcionários públicos são livres, que os professores são livres, que os jornalistas são livres, que a ERC é livre, etc — mas o contrário está mais próximo da verdade. Para todos os efeitos, Portugal é uma democracia formal, mas estas medidas protofascistas vão fazendo o seu caminho.

Não dizia Salazar que Portugal era mais livre que a livre Inglaterra? Sócrates e Santos Silva dizem o mesmo.

Original aqui: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399151

domingo, 13 de setembro de 2009

Excelente - um partido que se recomenda!



Depois de escutar os mais diversos lideres políticos, saltou-me à vista um partido novo: PPV - Portugal Pró Vida.

Um partido que respeita os principios da Doutrina Social da Igreja, assenta no respeito pela Vida, pelo Homem e pela Familia e até tem nos seus órgãos um pastor evangélico.

Aqui convivem católicos, evangélicos e de outras igrejas e de oitrasconsfissões, pois o partido assenta em princípios partilhados por todos, o que o torna aconfessional.


Votarei e recomendo o voto!

Veja-se em PORTUGAL PRÓ VIDA

H H

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Abençoada a Mãe que ama o seu filho...

Por acaso não sei qual foi o desfecho deste caso.

Mas, o importante é notar a estupidez de um estado que permite que alguém seja julgado por defender a vida de um filho, recusando-se a assassiná-lo.

Este exemplo retirado do Portugal pro Vida, mostra como os falsos profetas estão no campo do ateismo, mas não passam de lobos disfarçados de cordeiros, no meio do rebanho.



Mãe opta pela Vida... e acaba em tribunal!

«A história de vida é a situação a que uma jovem se submeteu por ter engravidado e por ter decidido ter o filho, contra forças poderosas que insistiam para que ela abortasse. Agora está a contas com a justiça – e provavelmente irá ser condenada – porque denunciou publicamente aquele que a queria forçar ao aborto – o próprio pai.
Uma história de vida

Uma jovem engravidou e decidiu ter o filho, contra a vontade da família que insistia para que ela abortasse. A Isabel (é o nome verdadeiro) é uma enfermeira na casa dos trinta anos, solteira.

A Isabel contou aos pais que estava grávida e que queria o filho. Os pais são pessoas muito «piedosas» frequentadoras da Igreja, sendo pai ministro da comunhão (creio eu que é assim que lhe chamam). A reacção foi violenta e o pai terá dito «és enfermeira, sabes muito bem como te livrar disso». Isto foi ouvido nas declarações da Isabel em tribunal. De facto a Isabel está a ser julgada porque, na sequência de contactos pressionantes de parte da família, principalmente por intermédio de uma irmã, insultando-a (por ser a vergonha da família) já depois do filho ter nascido, a Isabel publicou num periódico da Póvoa de Varzim a história das pressões para abortar. Nessa altura (cerca de meio ano após o nascimento do filho que teve o direito a nascer) a Isabel andava fortemente deprimida e, talvez num instinto de autodefesa que nós, fora da situação, não conseguimos compreender, fez publicar a tal notícia (também escreveu para a hierarquia da Igreja).

O pai da Isabel processou-a pela publicação e o julgamento ocorreu no dia 3 de Dezembro de 2008 (quarta-feira). Segundo pessoas que a acompanharam de perto, depois de a Isabel ter denunciado o pai, o estado de saúde da Isabel melhorou. Qualquer bom psicólogo será capaz de explicar este comportamento da Isabel.

Fiquei estarrecido por ver como o julgamento decorreu, porque foi muito pouco valorizado que tenha havido ou não pressão para que o aborto ocorresse, estando, o próprio juiz mais interessado em saber como foi possível que ela, enfermeira, não tivesse conseguido evitar a gravidez. O advogado de acusação também praticamente incidiu na coisa «gravíssima» que foi aquela denúncia pública lida em todos os cafés da Póvoa e todos incidiam em perguntar o que levou a Isabel a fazer a denúncia pública.

Segundo pessoas que a acompanharam de perto, depois de a Isabel ter denunciado o pai, o estado de saúde da Isabel melhorou. Qualquer bom psicólogo será capaz de explicar este comportamento da Isabel, talvez comparando-o comportamento do animal acossado. Sabemos de outros casos em que, infelizmente, o suicídio foi a saída.
A sentença vai ser lida na quinta-feira, dia 11 de Dezembro de 2008.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A Justiça não alinha com a estupidez ateísta.




O Brasil, país irmão e pátria de muita gente com um coração enorme e cheio de bondade, também têm algumas nódoas entre o seu venerando e pacato povo.

Se nós, cá em Portugal, temos a Tasca Ateísta de Lisboa, no Brasil há igual sorvedouro de frequentadores pouco recomendáveis, sob a forma de uma Tasca de Favela, chamada Atea.

A simbiose da ignorância e da imbecilidade cria um híbrido de indecente e humorístico que dá pelo nome de “ateísmo”.

No mundo inteiro, poucos e raros são os ateus (esses são discretos e comedidos). A grande maioria daqueles que se dizem “ateus” são simplórias personagens fantoche num teatro humorístico.

Mas, por darem vida aos “robertos” já pensam que vivem no mundo da fantasia. Acham-se personagens importantes e querem dar nas vistas.

Recentemente, uma vaga de frequentadores da Tasca Ataea de favela, resolveu reclamar sobre a existência e crucifixos em locais públicos.

Felizmente, a Meritíssima Juíza que recebeu ao caso era pessoa de grande saber e cultura, e deu um verdadeiro “tapa” na cara dos artistas do teatro de fantoches.




Aqui vai a notícia:


Justiça Federal decide manter símbolos religiosos em órgãos públicos


São Paulo (Brasil) - 20/08/2009 - 15h04


Símbolos religiosos, como crucifixos e imagens de santos, poderão permanecer nos órgãos públicos. A decisão liminar é da juíza federal Maria Lúcia Lencastre Ursaia, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, que negou o pedido do Ministério Público Federal para a retirada dos símbolos desses locais.


A ação civil pública teve início com a representação de Daniel Sottomaior Pereira, que teria se sentido ofendido com a presença de um "crucifixo" em um órgão público. O MPF entendeu que a foto do crucifixo apresentada pelo autor representava desrespeito ao princípio do Estado laico, da liberdade de crença, da isonomia e da imparcialidade do Poder Judiciário.


Para a juíza, o Estado laico não deve ser entendido como uma instituição antireligiosa ou anticlerical. "O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos.


Ainda conforme a decisão, em um país como o Brasil, que teve formação histórico-cultural cristã, a presença de símbolos religiosos em espaços públicos é natural, "sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que para os agnósticos ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos".


A magistrada entendeu ainda que não ocorreram as alegadas ofensas à liberdade de escolha de religião, de adesão ou não a qualquer seita religiosa, nem à liberdade de culto e à liberdade de organização religiosa, pois são garantias previstas na Constituição Federal.


"A laicidade prevista na Constituição veda à União, Estados, Distrito Federal e Municípios estabelecerem cultos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relação de dependência ou aliança, previsões que não implicam em vedação à presença de símbolos religiosos em órgão público", completou.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u612533.shtml

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O delírio ateista da seita de Dawkins...

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Num excelente blog - http://neoateismodelirio.wordpress.com – encontramos este magnífico Post que merece a nossa classificação máxima.
Reproduzinos este Post que merece ser lido pausadamente, aqui ou no blog original.
Parabéns ao seu autor!

«Neo-Ateísmo, Um Delírio

Há quem me pergunte sobre qual a motivação por trás de minhas refutações aos neo-ateístas. Então, direi a origem de minha motivação…

Sempre achei uma arrogância excessiva a atitude de alguns ateus que leram “Deus, Um Delírio” e após isso tiveram um salto de fé. Após a auto-ajuda obtida com o livro, eles se acham os “divulgadores da ciência” em um mundo de trevas. E acham que precisam “orientar” os teístas em suas ideologias pessoais. Há vários atributos negativos que podem ser associados a essa atitude torpe desse tipo de ateus, mas uma das mais evidentes é o despeito.

O despeito é o ressentimento, mesclado de inveja, pela preferência dada a outrem. Um exemplo é o ressentimento que os neo-ateus possuem pelo fato de que os teístas optam por acreditar em Deus do que acreditar nas pregações dos filhos de Dawkins. Ressentimento é uma palavra fortíssima nesse contexto. Ressentimento é a força motriz por trás dos neo-ateus.

Mas, como pode ser difícil de visualizar essa situação, nada melhor que trabalhar com exemplos. Usarei 2 exemplos exatamente iguais ao do comportamento neo-ateísta.

Exemplo do casamento: Márcio é um sujeito que preferiu ser solteiro a vida toda, e não encarar um casamento (para esse exemplo funcionar em todos os contextos, Márcio também poderia ter tido um casamento, mas resolveu voltar a ser solteiro). Seu amigo, Júlio, é casado, e extremamente feliz. Júlio nem se incomoda com o fato de Márcio ser solteiro. Júlio pensa: “ele deve saber o que faz”. Já Márcio se incomoda profundamente com o fato de Júlio ser casado, pois acha que isso é errado. Márcio resolve escrever um livro de quatrocentas páginas chamado “Casamento, Um Delírio”. Márcio resolve participar de uma associação de solteiros, e reclama que sofre preconceito dos casados. Pois, para reunião de casais, ele raramente é convidado. Márcio diz que vive em “liberdade”, mas que Júlio vive aprisionado.

Exemplo da profissão: Estevão é um sujeito que optou por ser um profissional autônomo. Resolveu levar a vida toda assim, e não encarar um trabalho CLT. Seu amigo, Ricardo, é profissional CLT, e extremamente feliz. Ricardo nem se incomoda com o fato de Estevão ser autônomo. Ricardo pensa: “ele deve saber o que faz”. Já Estevão se incomoda terrivelmente com o fato de Ricardo ser CLT, pois acha que isso é errado. Estevão encontra um livro “CLT, Um Delírio” e sai pregando sua palavra ao Ricardo. Estevão resolve participar de uma associação de autônomos, e reclama que sofre preconceito dos profissionais CLT. Pois, em associação de profissionais CLT, ele raramente é convidado. Estevão diz que vive em “liberdade”, mas que Ricardo vive aprisionado.

Algumas perguntas:

Como você, se estivesse na posição de Júlio, reagiria ao comportamento de Márcio?
Como você, se estivesse na posição de Ricardo, reagiria ao comportamento de Estevão?
Qual os motivos para Estevão e Márcio se incomodarem tanto com as opções e Júlio e Ricardo?
As três situações (romance, casamento e teísmo) são similares.
A questão que envolve as três é que tanto para se casar, como ser um profissional CLT ou para ser um teísta, é preciso primeiro atribuir um valor para o casamento, para a categoria CLT e para Deus, respectivamente. Nos exemplos acima, mesmo que Márcio não perceba, ele está ofendendo ao Júlio criando espantalhos do casamento. Márcio pode não perceber isso, pois não dá valor algum ao casamento (ou talvez dê valor, mas esteja ressentido). Mas Júlio percebe. Assim como Ricardo deve valorizar o seu cargo como CLT, ele talvez tenha lutado por isso. Estevão pode sequer imaginar que aquilo para o que ele não dá valor, outro dá. Ofender a categoria CLT ou ofender os casamentos é uma péssima forma de tentar ser aceito, não acham?
Mas é exatamente assim que os neo-ateus, influenciados por Dawkins, agem. Eles tentam ofender, utilizando-se de falácias e mentiras, tudo aquilo para o que o teísta dá valor.
Eu, como teísta, ao ver isso, adquiri gostinho especial pelo revide, e, mais, com uma vingança: eu uso as técnicas de ceticismo divulgadas por um ateu, James Randi.
E, para aumentar a minha satisfação, eu ajo de maneira oposta aos neo-ateus em relação ao meu teísmo.

Isso porque alguns neo-ateus querem pregar a sua ideologia, e se incomodam se alguém não for ateu. Eu não estou nem aí se um ateu quer ser ateu. Aliás, eu vejo o teísmo, de maneira séria, como algo que não é para todos. Então, se alguém não quiser ser teísta, qual o motivo para eu me incomodar?
Só isso já me coloca na dianteira, pois em um debate eu não estou envolvido emocionalmente para aceitação de minha ideologia. Acho sensacional quando um ateu chega e pergunta: “Você quer que eu acredite em seu Deus?”, e eu respondo: “Quem disse que você sabe no que acredito? Quem disse que eu me importo com o que você acredita?”.
O grande problema dos neo-ateus é o preconceito que eles carregam, e eu acho que a resposta teísta a isso anda muito boazinha. Em alguns casos, como o de chamar alguém de “irracional” somente por ter religião, a resposta muito bem poderia ser um processo, pois ninguém pode sofrer preconceito por sua religião. Outra resposta é o contra-ataque na argumentação, utilizando-se de armas como ceticismo, domínio do guia de falácias, etc…
Para mim, a melhor situação, em termos de debate, é estar se defendendo de uma falácia, ofensa ou ataque neo-ateísta. Eles, como estão envolvidos emocionalmente, erram muito.
Eles vêm tentar ensinar como devemos interpretar a bíblia, como devemos gerenciar nosso tempo (dizem até que teístas não trabalham e ficam o dia todo na igreja), quais livros deveríamos ler, etc. Claro que dá para revidar fácil qualquer uma dessas, pois aceitar um conselho de neo-ateus seria uma atitude tão ingênua como se o Júlio aceitasse os conselhos de Márcio, ou se Ricardo aceitasse os conselhos do Estevão.
Melhor que eles fiquem com aquele eterno olhar de pidão do lado de fora.»

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O Terrorismo Ateu - primeiras manifestações


A avaliar pela notícia que se segue, os ateus já iniciaram as suas actividades terroristas, na Península Ibérica.

Este caso refere-se ao sul de Espanha. Mas, mas os gangs ateus são iguais em todo o mundo.

Donos de um ódio incontrolado, de um comportamento anti-social extremista, foras-da-lei e muito propensos a actos de carácter xenófobo, discriminatório, terrorista, com recurso ao crime organizado, representam uma ameaça séria que é necessário levar em conta.

Aqui fica um exemplo:


“Pichações” e cadeados em mais de vinte templos

Por Patrícia Navas


BARCELONA, segunda-feira, 27 de Julho de 2009.- O respeito e a defesa do exercício do direito à liberdade religiosa e de culto dos cidadãos é “um elemento integrante de uma sociedade autenticamente democrática”, destacou o arcebispo de Barcelona após os ataques de um grupo anarquista a cerca de vinte igrejas da cidade.


Um grupo anarquista realizou pichações ofensivas e ameaçadoras nas fachadas de vinte igrejas de diferentes bairros de Barcelona e colocou cadeados nas portas que impediam o acesso a algumas delas, na noite de sábado para domingo.


Como resposta, o arcebispo de Barcelona emitiu nesta segunda-feira um comunicado através do qual “lamenta profundamente estas actuações e manifesta que o direito à liberdade religiosa e de culto dos cidadãos é um direito fundamental reconhecido na Constituição espanhola”.


Um porta-voz da arquidiocese de Barcelona, Jordi Piqué, explicou a ZENIT que as acções vão além das pichações porque dificultaram a entrada em algumas igrejas, tentando impedir o culto, ou seja, o direito à liberdade religiosa.


Um grupo auto-denominado La Gallinaire reivindicou a autoria destas acções, perpetradas “para comemorar uma semana de luta popular que os padres baptizaram como trágica”, indica o grupo em um comunicado.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O perigo do ateísmo mortífero!

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Há por aí alguns ateus que se querem armar em vítimas de perseguição.
Mas, todos os dados apontam, exactamente, em sentido contrário.
Na verdade há vítimas de descriminação ou de perseguição por motivos religiosos, mas por serem ateus (por anti-ateismo), praticamente não há vítimas a registar. Ou seja, perante tais factos, tudo leva a crer que sejam os ateus a mover a matança contra os religiosos.

Se os ateus não morrem vítimas de anti-ateísmo, e em todas as religiões morre tanta gente fruto de anti-religião, só podem estar entre os ateus os verdadeiros assassinos anti-“qualquer religião”.

Um motivo que reforça esta suspeita, é o facto de se saber que todos os estados, incluindo no ocidente, passaram a vigiar, através dos seus serviços de informação e segurança, os movimentos dos gangs de ateus.
Considerados um problema social e uma ameaça à segurança e à paz, os gangs ateus, terão que ser seguidos de perto, tal como (felizmente) começa a acontecer.

Como vemos, nesta estatística da ONU, os anti-religiosos (sobretudo ateus) têm tendência a atacar criminosamente os crentes de qualquer religião, mas não há muitos registos de religiosos a atacar anti-religiosos (ateus).
Muito provavelmente, os poucos anti-religiosos (ateus) que morrem, serão vítimas das suas tentativas mal sucedidas de atacar os crentes.

Ao que parece, na Europa, o anti-catolicismo tem começado a ter alguma expressão. A própria União Europeia já tem analisado o assunto, mostrando-se muito preocupada com os gangs ateus e a sua forma de operar, que tem algumas ligações ao mundo do crime organizado.

Por cá, quem se ativer no discurso repleto de ódio, sede de sangue, vontade de destruir e muito ameaçador do site do grupo ateu, facilmente percebe as suas motivações, e verá o perigo que representam.

Além de passarem a vida na fronteira do crime, injuriando, difamando e insultando os crentes, apelam com frequências à união para consolidar e espalhar as suas atitudes criminosas, incitando as pessoas ao crime.

São inúmeras as injúrias, infâmias, insultos e incitações que temos coligido, para que um dia seja possível requerer legalmente a dissolução deste gang organizado, bem como responsabilizar os seus autores pela prática continuada de tais actos.

Até lá, continuaremos a ouvir coisas incríveis, como por exemplo:
“eu tenho a liberdade de insultar, injuriar e maltratar seja quem for”; “vivemos num pais livre, logo eu posso tomar as atitudes que quiser, mesmo que sejam criminosas, basta que depois assuma as consequência”; “liberdade não é impedir as pessoas de praticar determinados actos que são crime, é elas poderem fazer tudo, e depois serem responsabilizadas”; “se que quiser insultar ou injuriar alguém tenho que ter liberdade de o fazer”………….

E por aí fora!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O que diz um ex-ateu!...


Sam Harris vs Francis Collins: a antropofagia ateísta demanda a “solução final”


Eu fui ateu, marxista-leninista. É básico no ateísmo a antropofagia. Traduzindo em graúdos: a 'solução final', a eliminação física, se possível, dos críticos e oponentes deste fundamentalismo materialista xiíta.


O ateu não consegue conviver num regime democrático onde a diferença faz e garante a unidade: Et pluribus unum.


Eu não advogo as teses de Francis Collins, mas o admiro como cientista. Sam Harris também, mas ele está incomodado com algumas posições de Collins. Especialmente a de que a ciência não consegue explicar a natureza humana. Eu não sei onde Sam Harris estudou ciência, mas a ciência não consegue explicar muita coisa...


Bem, vamos lá com o Sam Harris que quer a cabeça de Collins numa bandeja materialista luzente a la Pol Pot.

http://pos-darwinista.blogspot.com/2009/07/sam-harris-vs-francis-collins.html


Pesquisa: associado 676

domingo, 26 de julho de 2009

O ateísmo fundamentalista/ignorante e a liberdade da mulher islâmica.


A estupidez de alguns patuscos e ignorantes políticos europeus (sobretudo franceses, alemães e holandeses) nem sempre tem eco no mundo, salvo entre alguns fundamentalistas fanáticos da seita terrorista do ateísmo.

Here is what Obama said in Cairo:

That is why the U.S. government has gone to court to protect the right of women and girls to wear the hijab, and to punish those who would deny it.


I know there is debate about this issue. I reject the view of some in the West that a woman who chooses to cover her hair is somehow less equal, but I do believe that a woman who is denied an education is denied equality. And it is no coincidence that countries where women are well-educated are far more likely to be prosperous.

Now let me be clear: issues of women’s equality are by no means simply an issue for Islam. In Turkey, Pakistan, Bangladesh and Indonesia, we have seen Muslim-majority countries elect a woman to lead. Meanwhile, the struggle for women’s equality continues in many aspects of American life,..[...]
Associado nº 9

sábado, 25 de julho de 2009

O ateísmo é racista e defende o nazismo!

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É urgente lutar contra a propagação das ideias facionazis do ateismo


Para ter uma ideia da ameça que o ateísmo representa, basta ver as ideias Racistas e Nazis dos ateístas.

Veja-se um exemplo do discurso deste emérito cientista defensor do ateísmo:

"A revista Época (…) apresenta uma entrevista com Richard Lynn, professor emérito da University of Ulster. Entre várias afirmações bombásticas, o entrevistado afirma que as pessoas mais inteligentes são mais propensas a questionar dogmas religiosos.
Mais adiante na entrevista ficam claras as posições do prof. Lynn. Segundo ele "a média da população dos Estados Unidos tem Q.I. 98, alto para o padrão mundial, e ao mesmo tempo cerca de 90% das pessoas acreditam em Deus.
A explicação é que houve um grande fluxo de imigrantes de países católicos, como México".

Pode piorar: "Os negros americanos são mais inteligentes que os africanos porque têm 25% de genes da raça branca". O próprio prof. Lynn afirma ter um Q.I. 145, o que o qualificaria como genial.

O próprio conceito de Q.I., ou Quociente de Inteligência é bastante controverso, dado que diferentes testes podem levar a diferentes resultados. Cada teste está fortemente vinculado à cultura de quem o escreve e quais seus valores sociais e intelectuais.Como é possível a partir de uma medida tão difusa quanto a de QI afirmar que um grupo de pessoas (ou uma certa raça) é mais inteligente do que outro?

(...) O prof. Lynn. Lynn é um defensor da eugenia, o aprimoramento da espécie humana através de controle da reprodução buscando melhorar a nossa carga genética. esse tipo de idéia deu origem à ideologia nazista no século passado. O prof. Lynn faz parte do conselho (e recebe financiamento) do Pioneer Fund, uma fundação norte-americana estabelecida em 1937 para avançar o estudo científico de hereditariedade e diferenças humanas".

Na verdade trata-se de uma instituição que vem promovendo o racismo e o anti-semitismo pretensamente científicos. Trabalhos do prof. Lynn foram citados no infame The Bell Curve, o livro lançado nos EUA em 1994 que pretendia mostrar que os brancos são mais capazes que os negros e que felizmente caiu no merecido descrédito e esquecimento por entre outras coisas basear suas conclusões racistas em medidas metodologicamente mal feitas.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Segundo a Imprensa

(…)veja-se o caso de Egas Moniz". Foi o Nobel da Medicina quem, em Portugal, doutrinou as teorias médicas que definiram a homossexualidade como doença.

Se foi um Prémio Nobel, decerto não tem razão. Quem julgam os Prémios Nobel que são?

Se fosse um politico analfabeto, ou licenciado ao domingo... então estaria certo!



A homossexualidade começou a ser punida pelo Código Penal a partir da revisão de 1886, através dos artigos 70.º e 71.º, que perdurarão quase 100 anos - até 1982. Sem nunca mencionar a palavra, prescreve-se que aos que "se entreguem habitualmente à prática de vícios contra a natureza" passam a ser "aplicáveis medidas de segurança", como o "internamento em manicómio criminal", "internamento em casa de trabalho ou colónia agrícola", "liberdade vigiada", "caução de boa conduta" e "interdição do exercício de profissão".


Há leis que desaparecem um século antes do que deviam e depois geram o caos.

Agora percebo por que razão o PS quer legalizar a "prática de vícios contra a natureza"...

Não vá o seu guru acabar internado por força da aplicação de alguma medida de segurança!

sábado, 18 de julho de 2009

Tenho sede! - disse Jesus.

A água é uma manifestação de vida.

Até Jesus disse: "quem beber desta água [a sua palavra] nunca mais terá sede!"

No alto do Calvário, os algozes daquele tempo, tal como fariam os de hoje, quando Jesus disse: "Tenho sede!", deram-lhe numa esponja, vinagre e fel. Tal como fazem os humanistas de hoje.



Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.

A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.

Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».



Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável.

Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.


"Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.

Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras.

Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone" pretende-se criar solução para a falta de água mundial.

AJUDE! COLABORE! DIVULGUE!

http://earth-water.org/

(E, por falar nisto: Aproveito para deixar os meus votos de um rápido restabelecimento para o Zeca Portuga que se encontra doente. Faço votos que tenhas uma recuperação rápida, pois fazes falta on line!”)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

É correctíssima esta ideia de Alberto João Jardim.


O texto da proposta de lei refere expressamente que «a democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, nem de direita, nem de esquerda».

Alberto João não disse que algum partido deveria ser proibido, mas falou antes de ideologias. E, foi bem explícito e coerente.

Como a Constituição Portuguesa já proíbe o fascismo, por ser uma ideologia totalitária e autoritária; então, por que tolera o comunismo que é uma ideologia igualmente totalitária e autoritária?

A resposta radica no ambiente em que a Constituição pós Abril foi elaborada. Mas, num tempo em que o 25 de Abril foi completamente desfeito, estes resquícios de desse “Abril vermelho” também já não fazem sentido e deveriam ser banidas da Constituição.

Se a extrema direita é muitas vezes conotada com o fascismo, a extrema esquerda é pró comunista e, sem duvida, igualmente totalitarista e autoritária.

Dito de maneira mais simples: se o PNR é conotado com o fascismo, logo considerado perigoso, por que razão o BE, conotado com o comunismo, não é igualmente considerado perigoso.
Veja-se até os atritos que tem existido entre estes dois extremos.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Plataforma de Resistência Nacional - primeiro passo

Plataforma de Resistência Nacional - Primeiro Passo - Adira!





quarta-feira, 24 de junho de 2009

O ateísmo é uma seita de fanáticos!


ATEUS CRENTES

Paradoxalmente, dou início a este texto afirmando categoricamente que ser ateu nada mais é que uma forma de crendice. Ateus crêem, e, na maioria das vezes, cegamente, pois determinam sem provas (o que é crendice) que Deus não existe. Isto, sem contar outras crenças insólitas, como a teoria do Big Bang e a da geração espontânea e a da evolução das espécies. Mas este é somente o primeiro parágrafo, onde digo também que ateus crêem que são as pessoas mais sensatas, mas lúcidas e mais racionais, determinando, na maioria das vezes, que a razão humana é deus.Todavia, presume-se que ser ateu é ter certeza de que não há Deus, não há um sujeito da causa, que é a existência do Universo e de tudo o que nele há. Ateus estão certos de que há a causa, mas duvidam que exista seu causador. Convém observar, porém, que alguns deles é que têm essa certeza, mas tal certeza é insólita na mente de quase todos, pois nenhum jamais produziu prova de que não há.Outro pressuposto sobre ateísmo é imaginar que ateus são somente os que não crêem na existência de deus ou deuses. Isto não é verdade. Ateísmo é não crer na existência de Deus, o Deus, aquele que é animado, que age, que é Criador, que criou todas as coisas e governa todos os elementos. Os faraós, por exemplo, criam que eles próprios eram deus. Portanto, para eles podia haver um deus, mas não o Deus. O faraó do êxodo chegou a dizer para Moisés, “quem é o Senhor para que eu o obedeça? Eu sou o senhor!”Quem cria um deus o cria porque presume que não exista Deus, então quer preencher essa vaga, pois acha que carece de um deus, ou o faz para afirmar-se frente ao Deus verdadeiro, mostrando-se independente. Criar um deus é eleger a si mesmo como deus, pois o criador do deus certamente criará os poderes que atribuirá ao seu deus, que ele somente terá porque os recebe de seu criador. A própria vida do deus criado é inventada por seu criador.Portanto, ateísmo não é somente não crer na existência de Deus, mas não se submeter a Ele, não reconhecer Sua soberania, embora tendo certeza que Ele existe. Muitos ateus, como Ninrod, tinham tanta certeza da existência de Deus que construíram uma torre dizendo que com ela se defenderiam dEle caso tivesse um novo ataque de fúria. Por estar certo de Sua existência, determinou-se a afrontá-lo.Opor-se a Deus é a forma mais comum de ateísmo, pois se acho que posso medir força com Ele é porque não reconheço Seu poder e supremacia, tampouco minha dependência dEle, e um deus sem poder não é Deus. Logo, dessa forme decreto que não há Deus. Muitos ditos ateus colocam-se contra os argumentos a favor da existência de Deus dessa maneira, desafiando Deus.Logo, a incoerência é idêntica, seja na linha de raciocínio do ateu que não admite nenhum deus, ou na do que cria deuses e os adora, pois ambos ignoram a autoridade do Deus ativo.Caso semelhante é o de Nabucodonosor. Homem guiado por seus instintos primitivos, cheio de orgulho de si mesmo, o que lhe dava a certeza de estar mais elevado que os outros, seja no sentido intelectual ou no sentido material. Portanto, logo se imaginou deus, e não só imaginou como se proclamou deus, pois via que tudo estava à sua mercê, então se outorgou o poder da vida e da morte, matando de forma contumaz e impiedosa.Alguma diferença do dito ateu moderno para Nabucodonosor? No orgulho e auto conceito de superioridade intelectual são idênticos, embora que os ateus atuais são mais racionais e possuem mais conhecimento. Todavia, os gregos também eram mais racionais e tinha mais conhecimento, nem por isso deixava de crer em seus deuses. Contudo, poderia dizer que Nabucodonosor e os ateus atuais diferenciam-se no fato de o ateu moderno não crer em nenhum deus inventado e nem adorar algum. Todavia, nisso também são iguais, pois Nabucodonosor não cria em nenhum deus inventado, tampouco os adoravas, tanto que mandou construir uma estátua de si mesmo com as medidas de todos os deuses babilônicos, significando a submissão deles a ele, e determinou que todos se curvassem em adoração a ela, enquanto ele mesmo manteve-se sentado.Quanto à crueldade notável de Nabucodonosor, os ateus costumam rebater os argumentos cristãos em favor da Bíblia e de Deus lembrando quanto os religiosos mataram durante a história da humanidade, tre milhões de pessoas, por exemplo, que a dita Santa Inquisição queimou, decapitou e matou a base da tortura em alguns séculos. Todavia, escondem os números do ateísmo, o iluminismo, que promoveu o banho de sangue da Revolução Francesa, sem contar outros tantos pelo mundo por conta da inspiração no mesmo movimento, e o comunismo, que em menos de um século consumiu cem milhões.Quanto aos papas, porém, a exemplo dos faraós, de Nabucodonosor, de Alexandre, dos Césares, como dizer que alguém que se põe em lugar de Deus em franca oposição a Ele, alterando Sua Lei, instrumento de Sua soberania, outorgando-se a si os atributos dEle, como perdoar pecados e decidir sobre a vida e a morte, crê em Deus? Se cressem, os papas teriam se submetido a Deus, não se posto em franca oposição a Ele, o que fazem ao sentar-se no lugar dEle.Quanto aos islâmicos, por exemplo, estão completamente opostos a Deus, não cumprem Sua Lei, tampouco Suas ordenanças, matam em nome dEle, sendo que Ele não autoriza, e negam dessa forma toda a Sua soberania. Portanto, não podem ser tidos como crentes a Deus, mas a um deus que está dentro do ego de cada um, pois o que fazem vem de sua mente coletiva.Vendo desse prisma, mesmo os crimes religiosos podem ser atribuídos aos ateus, pois os verdadeiros crentes em Deus jamais matariam, sendo que em Sua Lei diz “não matarás” e Jesus mesmo disse que não era para resistirmos ao mal, significando que se o povo eleito já não é uma nação, já não tem porque fazer guerra para defender a nação, pois a partir de Cristo o povo eleito é gente do povo de todas as nações.Em geral os ateus distorcem os fatos dizendo que o comunismo não tem nada a ver com o ateísmo, pois o ser Marx ateu não torna o comunismo ateu, porque o maior de todos os pilares do comunismo é esvaziar o proletário do temor a Deus colocando no lugar o temor ao sistema, o que poderia conduzir à obediência pelo medo, sendo que imaginaram que em vinte anos os seres humanos já seriam completamente submissos ao sistema, então não mais teriam que ser coagidos, daí se estabeleceria o socialismo. Entretanto, nem ai as pessoas teriam liberdade para seguir seus ideais, pois os ideais individuais sempre seria limitados pelo ideal comum e o indivíduo não teria liberdade para julgar e escolher este ou aquele, sendo obrigado a seguir o ideal pré-estabelecido. Os proletários de vanguarda diziam que a crença em deus era uma fraqueza, a qual vinte anos distantes os seres humanos esqueceriam. No sistema de Deus, o ideal individual também está limitado pelo ideal comum, haja vista a Lei Moral, mas os indivíduos têm liberdade para julgar e escolher.De qualquer forma, os ditos pais do raciocínio lógico, os gregos, tinham seus deuses, nos quais criam, embora esses deuses fossem tão incoerentes e cheios de paixões quanto são os seres humanos. Os pais do ateísmo moderno, a exemplo de Nabucodonosor, fizeram sua própria estátua de adoração e submissão, a razão humana, que foi incorporada em uma mulher, sendo aclamada deusa em procissão à catedral de Notredame (onde os católicos veneram a que chamam de Nossa Senhora). O pensamento lógico de Auguste Conte, pai do Positivismo, o que chamo de comunismo de duas classes, onde os endinheirados, os artistas e os ditos sábios governariam com exclusividade a classe proletária e a seus filhos não seria permitido fazer faculdade, – o pensamento lógico desse grande filósofo racional, que nasceu durante a Revolução Francesa, exerceu as paixões humanas com tal intensidade que chegou a canonizar a primeira santa do ateísmo, sua esposa morta. E veja que ele tinha muitos seguidores, chegando até a fundar uma seita, cujos cultos são feitos nos templos da razão, que têm seus próprios sacerdotes. Tais templos podem ser encontrados ainda hoje acima de uma escadaria em cujos degraus há palavras como ordem e progresso. Marx se inspirou em Auguste Conte.A única diferença entre o Positivismo e o Comunismo é que no segundo os trabalhadores tomaram o lugar dos donos dos meios de produção, dos artistas e dos sábios, estabelecendo no poder uma elite hipócrita e sanguinária que eles chamavam de proletários de vanguarda.Portanto, como se viu ao longo do texto, os ateus são crentes e os mais fanáticos entre os tais, pois crêem instintivamente em coisas igualmente improváveis. Alíás, diga-se de passagem, a filosofia liberalista do ateísmo é que está nos levando à hecatombe final.

WilsonAmaral
Publicado no Recanto das Letras em 30/01/2009
http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/1412635

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Comunicado II

Recebemos vários e-mails reclamando que o “user name” não é válido.

O problema é o seguinte:
- Todos os “user name” devem ser escritos, exclusivamente em letra minúscula.
- Todas as password iniciam por um algarismo e devem ser escritas em minúscula.

O problema resulta do facto da listagem ter sido elaborada em Word, o qual, de forma automática, transformou a primeira letra de cada frase em maiúscula.

Se, mesmo após este procedimento não funcionar, contactem-nos!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

COMUNICADO

Caríssimos associados deste Portal:

Antes de mais, quero agradecer o empenho demonstrado por todos.
Dificilmente poderia imaginar que, apenas quatro meses após a instalação deste Portal, teria a oportunidade de dizer que já ultrapassamos um milhar de associados: 1017, para ser mais preciso.

Destes associados, 11 são estrangeiros. 6 do Brasil, 2 de Espanha e 1 de França, 2 dos EUA.

Tenho recebido inúmeros e-mail com sugestões, e pedidos.

Reunindo as vossas sugestões mais frequentes, em conjunto com mais 3 colegas decidimos o seguinte:

1 – A partir de agora todas as informações relevantes estarão disponíveis, exclusivamente, no site com o URL indicado no mail de confirmação da vossa inscrição.
Para aceder às informações mais relevantes, é necessário efectuar o “ login” com os dados que foram disponibilizados num mail, com o seguinte assunto: “Identificação de membro efectivo”. Caso ainda não tenha recebido este mail, faça o favor de aguardar, pois isso significa que ainda não foram processados os dados relativos à sua inscrição.

2 – Todas as novas inscrições passarão a ter um tratamento informático diferente. Pelo que apenas terão a confirmação de dados ( e também “user name” e password), após o mês de Outubro.

3 – Foi analisada a sugestão de muitos associados , relativa à criação de uma associação.
Tal ideia está em marcha, seguindo um timing próprio.
Alguns associados questionaram a legalidade da criação de uma associação com a denominação “anti” (anti--- qualquer coisa).
O parecer jurídico que temos em mãos garante-nos toda a legalidade.
Não seria legal uma associação “anti-ateu”, por se confundir com perseguição à pessoa do ateu..
Mas, uma associação “anti-ateismo” ou “anti-ateista”, é perfeitamente legal. Tal como existem outras associações para lutar contra outros problemas e calamidades: antitabagismo, anti-alcoolismo, anti-racismo, anti fascismo, e outros problemas semelhantes.
Os ateus nem sequer são uma seita reconhecida legalmente no país.

4 – Ainda este ano será realizado um encontro nacional. Este encontro não terá divulgação pública, decorrerá em local a combinar (em principio na Região Centro), terá um carácter privado e sem quaisquer declarações para a imprensa.
Todas as informações serão prestadas na área de acesso reservado.

5 – Por sugestão de dois colegas (Zeca Portuga e Leonardo Cordeiro), o presente blog mudará de nome. Na área reservada temos à votação o nome deste e de futuros blogs.

6 – Não aceitamos quaisquer dadivas, donativos ou ofertas que não sejam a colaboração nas nossas actividades e/ou espaços na Internet.

7 - O espaço “não à violência ateísta”, tem mais duas línguas: Alemão e Russo, graças à colaboração de dois novos colegas que viveram muitos anos, respectivamente, em Colónia e em Moscovo.

8 – Pedimos a todos os associados que não divulguem os seus dados de login.

9 – Todas as colaborações/informações/sugestões que entendem enviar-nos, devem ser remetidas para o endereço de correio electrónico indicado no mail de confirmação.

10 – Não são publicadas colaborações de carácter racista, xenófobo, anti-religioso, incitadores de violência, contrárias à lei portuguesa ou à moral e bons costumes.
Devem ser indicados: número de associado, nome e indicações para publicação (nick name, nome ou anónimo, etc).

Estes dez pontos resumem-se as dois que são:

1 – O Anti-ateísmo em Portugal é imparável e estamos no bom caminho

2 – Os ateístas nunca terão força e a coesão que tem sido demonstrada por todos vós .
Bem hajam!

O administrador: H.H.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O ateismo e a Cristianofobia


“Cristianofobia”

Realizou-se, recentemente, em Viena um encontro com o sugestivo título: “Intolerância e discriminação contra os cristãos”.

Não, não foi organizado pela Igreja! Este encontro partiu da iniciativa de um vice-presidente do Parlamento Europeu e membro da OSCE para as questões de racismo, xenofobia e discriminação. Em causa estava o que, actualmente, se passa na União Europeia.


Alguns, chamam-lhe “cristianofobia” – expressão, aliás, que já foi utilizada pelas Nações Unidas.


Os episódios sucedem-se, alguns deles revelados nesta reunião de Viena, são conhecidos: na Grã-Bretanha, uma funcionária do aeroporto foi despedida por usar um crucifixo e uma enfermeira suspensa por ter rezado com uma doente.


Em França, incendiaram uma escola católica e uma capela dedicada a Nossa Senhora de Fátima e, na vizinha Espanha, a agressividade surge a vários níveis, a começar pela tentativa de impedir médicos católicos de exercerem o seu direito fundamental àobjecção de consciência.


Mas, além destas e de outras denúncias, o aspecto mais importante deste encontro foi romper o tabu do “politicamente correcto” que costuma definir como reaccionários ou obscurantistas os que falam destas coisas.


Ora, ao assumir-se publicamente que a discriminação existe e ao colocar, agora, a questão da intolerância contra os cristãos ncontexto internacional, este encontro de Viena veio prestar um grande serviço à comunidade.




segunda-feira, 27 de abril de 2009

O ateu arrependido


«Conta um articulista que um farmacêutico se dizia ateu e vangloriava-se de seu ateísmo.

Deus, com certeza, deveria ser uma quimera, uma dessas fantasias para enganar a pessoas incautas e menos letradas.

Talvez alguns mais desesperados que necessitassem de consolo e esperança.
Um dia, no quase crepúsculo, uma garotinha adentrou sua farmácia. Era loira, de tranças e trazia um semblante preocupado.

Estendeu uma receita médica e pediu que a preparasse.

O farmacêutico, embora ateu, era homem sensível e emocionou-se ao verificar o sofrimento daquela pequena, que, enquanto ele se dispunha a preparar a fórmula, assim se expressava: Prepare logo, moço, o médico disse que minha mãe precisa com urgência dessa medicação.

Com habilidade, pois era muito bom em seu ofício, o farmacêutico preparou a fórmula, recebeu o pagamento e entregou o embrulho para a menina, que saiu apressada, quase a correr.

Retornou o profissional para as suas prateleiras e preparou-se para recolocar nos seus lugares os vidros dos quais retirara os ingredientes para aviar a receita.

É quando se dá conta, estarrecido, que cometera um terrível engano. Em vez de usar uma certa substância medicamentosa, usara a dosagem de um violento veneno, capaz de causar a morte a qualquer pessoa.

As pernas bambearam. O coração bateu descompassado. Foi até a rua e olhou. Nem sinal da pequena. Onde procurá-la? O que fazer?

De repente, como se fosse tomado de uma força misteriosa, o farmacêutico se indaga: E se Deus existir...?

Coloca a mão na fronte e roga:
- Deus, se existes, me perdoa. Faze com que aconteça alguma coisa, qualquer coisa para que ninguém beba daquela droga que preparei. Salva-me, Deus, de cometer um assassinato involuntário.

Ainda se encontrava em oração, quando alguém acciona a campainha do balcão. Pálido, preocupado, ele vai atender.

Era a menina das tranças douradas, com os olhos cheios de lágrimas e uns cacos de vidro na mão.

- Moço, pode preparar de novo, por favor? Tropecei, cai e derrubei o vidro. Perdi todo o remédio. Pode fazer de novo, pode?

O farmacêutico se reanima.
Prepara novamente a fórmula, com todo cuidado e a entrega, dizendo que não custa nada. Ainda formula votos de saúde para a mãe da garota.

Desse dia em diante, o farmacêutico reformulou suas ideias. Decidiu ler e estudar a respeito do que dizia não crer e brincava.

Porque embora a sua descrença, Deus que é Pai de todos, atendeu a sua oração e lhe estendeu a Sua misericórdia.

***No desdobramento de nossas experiências acabamos todos reconhecendo a presença divina. É algo muito forte em nós.»


Pesquisa de: Associado nº 92 (Susana Tavares)


Original aqui: http://siter.blogs.sapo.pt/2788232.html

sábado, 25 de abril de 2009

A ciência isenta e séria não é anti-religiosa... aprendam, ateus!


Num bom Editorial da DESTAK , Isabel Stilwell dá um excelente exemplo de como a ciência e a religião não se digladiam, como pretendem alguns fanáticos ateus.
Pelo contrário, a ciência pode até juntar-se à religião, comprovando-a e não refutando-a.
Como costuma dizer o Zeca Portuga: o “cientista limita-se a ler ou compreender aquilo que está feito e gravado pela mão do Criador”.

Vejamos o Editorial em causa:

O cérebro distingue Deus do Pai Natal


À excepção de algumas «seitas» mais fanáticas, nem os católicos negam as evidências da Ciência, distinguindo perfeitamente entre a linguagem metafórica e poética do Antigo Testamento e a realidade, nem os cientistas têm a pretensão de provar ou negar a existência de Deus, como se as suas ressonâncias magnéticas e os seus apare-lhos tivessem a capacidade de captar e reduzir a uma "chapa" a complexidade do ser humano, do universo e de para aí além.

Mas a verdade é que a Fé não consegue deixar de fascinar os investigadores, ou não movessem montanhas. Agora foi a revista Newscientist a publicar um estudo, citado pela Lusa, em que cientistas dinamarqueses concluíram que a oração activa uma área do cérebro onde se processa o conhecimento social, ou seja, que rezar é como falar com um amigo .

O cérebro de 20 católicos praticantes foi "fotografado" no decorrer de três tarefas: enquanto recitavam o Pai Nosso, enquanto recitavam um poema, e uma terceira em que improvisavam orações pessoais, antes de fazerem pedidos ao Pai Natal.
Curiosamente, o Pai Nosso e o poema activaram a mesma área cerebral, mais propriamente a que está ligada à emuneração e repetição. Contudo, a oração improvisada pôs em funcionamento os circuitos utilizados quando se comunica com outra pessoa, e que nos concedem a capacidade de lhes imputar motivações e intenções.

Mas a complexidade não se fica por aqui: é que a reacção foi também diferente quando rezavam e quando se dirigiam ao Pai Natal: quando Deus era o interlocutor iluminavam o córtex pré-frontal (o que se acende quando comunicamos com pessoas reais), que se mantinha apagado no caso do Pai Natal, revelando assim considerá-lo uma figura fictícia, equiparada a um objecto ou a um jogo de computador .

A explicação é que «o cérebro não activa essas áreas por não esperar reciprocidade, nem considerar necessário pensar nas intenções do computador».



Pesquisa de: Associado nº 92 (Susana Tavares)

Original aqui: http://www.destak.pt/artigos.php?art=26606


terça-feira, 21 de abril de 2009

Acreditar em Deus reduz stress - Diz um estudo canadiano.

Mais um estudo a demonstrar que ser crente é de grande importância na vida do Homem.
pãpa no vaticano a religião alivia o stress
Curiosamente, os ateus respondem que este estudo não prova que Deus existe, mas aceitam que “que ter uma crença é benéfico”. Já é um grande progresso para os cegos ateus.




Vejamos o que diz o tal estudo:

«Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o stress, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.

A pesquisa, publicada na revista "Psychological Science", envolveu a comparação das reacções cerebrais de pessoas de diferentes religiões e de ateus, quando submetidos a uma série de testes.

Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.

Os investigadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que "Deus deu sentido às suas vidas".

Comparados com os ateus, eles mostraram menos actividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controlo, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.

"Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura", disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa, citado pelo Globo.com, acrescentando que "os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos actividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos stressados quando cometem um erro."

O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é "uma faca de dois gumes", necessária e útil em algumas situações.

"Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque quando se sofre repetidamente com o problema, pode-se ficar paralisado pelo medo", explicou. "Mas ela tem uma função muito útil, que é avisar-nos quando estamos a fazer algo errado. Quando não nos sentimos ansiosos com um erro, que ímpeto se vai ter para mudar ou melhorar para não se voltar a repetir o mesmo erro?".

Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas e budistas.

Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico. »


Pesquisa: Associado nº 386 (Rui)

Original aqui: http://noticias.pt.msn.com/article.aspx?cp-documentid=14922234

sexta-feira, 10 de abril de 2009

SEM DÚVIDA!!!

"RETIRAR O CRUCIFIXO DOS ESPAÇOS PÚBLICOS É UM ACTO DE FALTA DE CULTURA"


- afirma o bispo António Couto, auxiliar de Braga



O crucifixo nas escolas e locis publicos

Numa peregrinação no norte do País a que presidiu, este extraordinário bispo, que é duma competência bíblica a toda a prova, falou sobre a importância na vida de todo e qualquer homem e mulher, do crucifixo enquanto "imagem e lição de amor divino", e defendeu a manutenção deste símbolo nos espaços públicos, nomeadamente em hospitais e escolas, argumentando que "retirá-lo corresponderia a um acto de estupidez e falta de cultura".


"Assistimos actualmente a uma sociedade neo-paganizada, que olha para a Cruz, mas não entende o que significa e associa o crucifixo a algo fúnebre, ao sofrimento pelo sofrimento, quando deveria encontrar o reflexo do amor puro e desinteressado e da dádiva da vida por amor",
salienta.


"Sendo a Cruz, o texto de Deus escrito perante nós, temos de o saber ler com os olhos do coração e também da inteligência, preservando o seu verdadeiro sentido", acrescenta. O bispo auxiliar de Braga, António Couto aponta ainda que o "cricifixo serve também de alerta para que cada um de nós veja nele os ódios e raivas de uma sociedade capaz de assassinar, causar dor e sofrimento".


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Original aqui: http://portonovo.blogs.sapo.pt/235772.html

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